quarta-feira, 16 de junho de 2010

Torta Romeu e Julieta

Só para descontrair, esta é a torta que fiz no Dia dos Namorados!!
Ingredientes

- 3 ovos
- 4 copos de farinha de trigo
- 1 pitada de sal
- Água morna
- Açúcar e Royal (se desejar uma massa mais fofa)
- 1 lata de leite condensado
- a mesma medida de leite
- 3 colheres de maisena
- Essência de coco ou baunilha (opcional)
- 200 gr de goiabada
- 100 gr de queijo

Modo de preparo
Misture os ovos com a farinha e o sal e vá acrescentando água morna até dar o ponto de massa de pão. Sove bem a massa e abra com um rolo. Forre uma forma untada com margarina (de preferência com fundo removível). Leve ao forno por 25 a 30 minutos.
Em uma panela cozinhe o leite condensado com o leite e a maisena e acrescente a essência. Mexa até engrossar. Despeje sobre a massa já assada. Em uma panela derreta a goiabada com cerca de 1 a 2 copos da água. Se desejar deixar mais viva a cor, acrescente corante vermelho. Quando ficar em ponto de geleia, coloque sobre o creme branco. Decore com fatias de queijo, conforme sua criatividade.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Política para quem não entende de política

Este será meu próximo assunto. Aguardem!!

Reinventar a teledramaturgia

Não sou especialista em teledramaturgia, ou seja, novelas, aliás, como jornalista apenas tenho, a exemplo de muitos outros profissionais, um olhar e ouvido crítico e apurado sobre tudo o que ouço, leio e vejo, exercendo o censo crítico no cotidiano, tanto nas relações que possuo, como através da televisão. Pode ser contraditório, mas eu assisto TV para me divertir, já que trabalho com informação, e dentro deste contexto sou uma noveleira assumida. Mas te convido a refletir comigo sobre as novelas e também olhar sempre com critério, buscando extrair lições positivas.
Podemos notar que as novelas da Globo estão já ultrapassadas, precisando de novos autores, novas ideias e quem sabe, novos atores. É só analisarmos as últimas tramas para percebemos que parece haver uma fórmula linear que passa por todas as histórias, senão vejamos: Há histórias de irmãos que se apaixonam e, depois, descobrem que não são irmãos. Ex, Nelinha e Zeca (Tempos Moderno), Lara e Halley (A Favorita). Há empresários que perdem as ações ou a empresa, ficam pobre e depois as recuperam. Há também rico que fica pobre, pobre que fica rico. Mas há também as cenas campeãs, aquelas que uma pessoa está prestes a partir de um aeroporto e a outra, seja filha ou namorada ou esposa, vai correndo no aeroporto impedir o vôo. E casais namorando e correndo na beira da praia então? Essa é mais comum, fora que sempre há um vilão, uma mocinha, uma perua, e gente querendo dar golpes. Enfim fórmulas prontas, onde só mudam atores e cenário.
No meu ponto de vista, a vida das pessoas de modo geral, claro, que em alguns casos é parecida com de certos personagens, mas, há muitas outras histórias interessantes da vida real para serem retratadas nas novelas, já que a TV tem que passar proximidade e identificação com o telespectador. Na vida da maioria dos brasileiros que são pobres, e podres de verdade, não os pobres da novela da Globo, há paixões, decepções, batalhas, superações e com um pouco mais de criatividade podem virar novela. Claro que como jornalista, sei que o telespectador, muitas vezes, prefere se iludir com histórias infundadas, mas há uma parcela da comunidade que reflete.
Por outro lado, quero parabenizar a Record, por estar apresentando tramas diferentes, dou como exemplo a novela que já acabou, a Poder Paralelo, que abordou como nenhuma outra, e com toda a propriedade possível e qualidade, a situação do tráfego de drogas no Brasil, da política, da corrupção. Onde os personagens vestiam ‘roupas de verdade’ e não de grifes inacessíveis e futurísticas. É preciso reinventar a teledramaturgia do Brasil, especialmente da Globo, sendo este um dos únicos programas que o brasileiro ainda prefere, já que telejornais e programas de entretenimento vem perdendo a audiência cada vez mais, dia após dia.