quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Os desafios de uma comunicação regional


Participei com muita honra em julho do 1° Seminário Interno do jornal A1ªFOLHA com o tema “Os desafios de uma comunicação regional”. O evento está de parabéns e foi muito importante para toda equipe. Nós jornalistas precisamos estar em constante reflexão sobre o nosso trabalho.
Fazer jornalismo aqui na nossa região não é tão fácil, nem tão barato como se prensa. Abrir rádios e jornais é fácil, mantê-los é que é um trabalho árduo. Cada uma de nossas cidades tem suas características próprias. Pinheiro Machado é um tanto conservadora; Candiota mista porque tem grande população flutuante; Hulha é empreendedora e aberta ao novo; Bagé tradicional; Enfim cada cidade tem sua linguagem, estilo e forma de receber as notícias, filtrá-las ou interpretá-las.
Alguns veículos se prendem ao governamental, outros ao popular, mas o fato é que, grande parte da população, infelizmente, preserva a mentalidade interiorana, entendendo ser útil e absolutamente verdadeiro, apenas o que passa na RBS ou está na Zero Hora.
Muitas vezes, aquela rádio comunitária do bairro onde moram é mais ética e preocupada com a comunidade onde está inserida, do que os grandes meios.
Assim, vale lembrar aos empresários, que muitas vezes se furtam de um anúncio na rádio ou jornal, achando caro, que o divulgação e valorização é importante. Poucos são capazes de mensurar ou compreender a abrangência destes meios. Valorizar o que é nosso é também uma forma de cidadania. Os veículos (rádio, jornal, tv, blogs) precisam desse aporte financeiro para sobreviverem, para que os profissionais coloquem para a comunidade interessa, os notícias da região com ética, verdade, comprometimento e credibilidade.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A região e os comércios que não vão para frente

Aqui em Candiota e também é assim em Pinheiro Machado, Hulha e talvez Bagé, a gente vive reclamando que não tem nada para fazer e que as coisas são caras ou que precisava de uma grande loja ou comércio. Bom é uma meia verdade. Mas os municípios da região com as atuais melhores perspectivas de crescimento, estão recebendo novas lojas de empresários que acreditam no potencial local e mais que um estabelecimento, constroem um sonho e acreditam que dê certo.
Ai vem os dois lados da moeda. O primeiro está em nós consumidores, que reclamamos, reclamamos mas sempre compramos no mesmo mercado, abastecemos no mesmo posto e nos medicamos na mesma farmácia. Ou porque sabemos o lugar certo dos produtos ou porque somos amigos, conhecidos dos donos ou empregados ou porque conseguimos negociar o pagamento de maneira que fique bom para os dois. Na hora do novo, nos travamos. Vamos lá, conhecemos, mas acabamos voltando aos hábitos antigos. O que isso mostra? Que somos mesmo interioranos, que temos medo de arriscar e falta de confiança no que é novo e pode ser até mesmo melhor. Reflete um pensamento medíocre, arraigado e sem ousadia que só faz com o que os anos passem e a gente continue exatamente no mesmo lugar. Essas atitudes acarretam ainda no não crescimento destes novos comércios.
Bom o segundo lado da moeda também está na cabeça do empresário. De que adianta investir se não houver realmente um diferencial? Quantos empresários da região reclamam, reclamam e se quer se prestam a ir em uma reunião de categoria ou atender bem um cliente. Não oferecem condições de pagamento, não oferecem um produto novo ou em destaque, enfim, também não saem do lugar e isso vale tanto para novos, como para antigos empreendedores.
É preciso uma consciência dupla, tanto de quem vende, como de quem comprar, só assim o comércio regional e por consequência a economia circulará de fato por aqui.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Olá pessoal. A partir de agora vou começar a postar mais no meu blog. Aguardem, critiquem, sugiram!!! Abraços!